Gilberto - Giba
Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o Amor toma conta dele.
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M ude!, refaça, repense, reinvente, seja novo de novo e de novo seja novo... quando ouvimos estas palavras, nos remetemos a um sentimento de impotência, de medo, um sentimento que nos atordoa e nos faz sentir perdidos em nossas próprias teias...
E sta é talvez a maior e melhor oportunidade de olharmos para nosso interior, olhar profundamente em nossos próprios olhos e dizer: Não dá mais.... Não dá mais para viver revestido por tantas capas que nos privam de nós mesmos, não dá mais para
T ratar nosso próprio ser de forma que a todo tempo temos que agradar a alguém, não dá mais para sermos escravos de sentimentos vazios que não nos levarão a lugar
A lgum.... É momento de mergulhar no mais profundo eu, e se libertar, aprender a arte de viver, a arte de amar, aprender que nada é obsceno quando nossa alma está em plena nudez, nudez de preconceitos, nudez de pensamentos maliciosos, nudez pura como nos fez o criador...
M orte.... Ah a morte, esta tem muito boa memória, assim como Kronos, é implacável, e, se temos a consciência desta verdade, temos que aprender a morrer, aprender a morrer é dar valor a vida, aprender a morrer é cuidar melhor da moeda irreversível que gastamos chamada tempo...
O uça o pulsar do teu coração, ouça o teu eu interior clamando por socorro, de uma oportunidade a você, pare por um instante e não faça absolutamente nada, seja tão intenso neste momento a ponto perceber que não é uma máquina, sinta tua
R espiração de forma que nunca fizeste, sinta teu corpo sutil conectado com energia que provem do universo, sinta teu peso sobre a grande mãe terra e definitivamente entenda que você não está sobre ela, mas sim conectado a ela...
F aça isso quantas vezes forem necessárias e quando achar que está pronto, faça de novo e de novo, até que isso se torne você, o novo você, aquele que neste momento passou pela mais pura e profunda metamorfose...
O lhe ao redor e passe a perceber que tudo aqui que ver, já estava ali e na agonia de se sufocar, não se deu a oportunidade de simplesmente olhar... sinta o cheiro da relva úmida que exala seu perfume todas as manhãs e você nunca se permitiu sentir.... Ouça o cantar do
S abiá, do curió, da andorinha, ou de qualquer outro pássaro, afinal ele também estava ali cantando e você não se permitia ouvir.... Arranque suas capas, arranque suas máscaras, seja criança, seja adulto, chore, de risada, seja tudo que outrora tenha sonhado... seu
E u, aquele antigo, vai te abandonar de vez, dando espaço para o novo, o livre, o pleno, e perceba quem você é, o que você precisa e o que você quer, neste momento sinta o quanto valeu a pena sua METAMORFOSE!!!

 
Gilberto Holovatino
Enviado por Gilberto Holovatino em 16/02/2018
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